📺 Episódio 11 – Promoção de saúde mental nas escolas: como a D3e mobiliza evidências, advocacy e políticas públicas
Neste episódio, a Coalizão convidou Olivia Silveira, diretora executiva, e Marcellus Araújo, coordenador de incidência política da D³e, para refletir sobre os caminhos da promoção da saúde mental nas escolas como estratégia fundamental para a prevenção da violência.
A partir de sua atuação, a D³e compartilha como mobiliza evidências, advocacy e articulação intersetorial para fortalecer políticas públicas na educação básica, conectando diferentes setores e promovendo respostas mais integradas aos desafios vividos por estudantes e comunidades escolares.
Ao longo da conversa, emergem aprendizados, desafios e estratégias que mostram como o cuidado com a saúde mental pode transformar a realidade das violências nas escolas.
Acesse aqui as publicações:
- Relatório: Ataques de violência extrema em escolas no Brasil: causas e caminhos (Atualização)
- Nota técnica: O impacto da violência armada no direito à educação
- Síntese de Evidências: Promoção de saúde mental no contexto escolar
- Guia para a articulação entre as escolas e a Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente
Parceiros: B3 Social, Fundação José Luiz Setúbal | Infinis – Instituto Futuro é Infância Saudável
- Síntese de Evidências: A relação escola e família: da comunicação para a conversação – parceria SMS-SP
A associação civil sem fins lucrativos Dados para um Debate Democrático na Educação (D³e) colabora para o aprimoramento do debate educacional e a qualificação do uso do conhecimento científico no desenvolvimento de políticas públicas, contribuindo para a promoção de uma educação equitativa e de qualidade no Brasil.
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As Histórias de Mudança (HM) da Coalizão Brasileira pelas Evidências são uma série de diálogos que buscam compartilhar experiências concretas de transformação ou seus processos protagonizadas por pessoas, organizações, redes e movimentos que atuam com Políticas Informadas por Evidências (PIE) — seja na produção, uso ou intermediação do conhecimento.
Mais do que relatar “o que aconteceu”, as HM procuram explorar o porquê, o como, os aprendizados, os desafios e os sentidos atribuídos ao processo vivido. Nosso compromisso é com uma escuta sensível e crítica, que reconhece que a mudança não é linear, e que produzir ciência também pode partir da prática, da pluralidade de saberes e das vozes dos territórios.